quarta-feira, 17/08/2022
InícioJudiciarioApós audiência de custódia, Justiça decide manter Ruan Macário preso

Após audiência de custódia, Justiça decide manter Ruan Macário preso

Ruan Ferreira de Oliveira, conhecido como Ruan Macário, suspeito de matar o motoboy Kelton Marques, em 11 de setembro de 2021, vai permanecer preso no presídio de Catolé do Rocha. A decisão saiu inicio da tarde desta sexta-feira, após o suspeito passar por audiência de custódia. Ele  foi preso na manhã desta sexta-feira (29) após se apresentar na Delegacia de Catolé do Rocha.

Sobre o caso:

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Kelton Marques faleceu no cruzamento entre a Avenida Flávio Ribeiro Coutinho e a Rua Mirian Barreto Sobrinho, no dia 11 de setembro do ano passado, quando um condutor em alta velocidade passou no sinal vermelho e colidiu na vítima.

Kelton foi atingido pelo carro conduzido por Ruan no Retão de Manaíra, em João Pessoa. O condutor circulava com o veículo a mais de 160km/h.

O suspeito, Ruan Ferreira de Oliveira estava foragido desde o dia 12 de setembro, dia seguinte a colisão. Ele teve mandado de prisão preventiva expedido pela justiça, mas não se apresentou. Sua defesa chegou a pedir a revogação do pedido, mas a solicitação foi negada pela Justiça da Paraíba e pelo Superior Tribunal de Justiça.

O trabalho de bastidores

Segundo a Polícia Civil, em janeiro deste ano, quando o mandado de prisão em desfavor do empresário já havia sido expedido há mais de dois meses, familiares de Ruan iniciaram contatos com o delegado-geral da Polícia Civil da Paraíba, André Rabelo, para tratarem de uma possível apresentação ‘espontânea’ do foragido à delegacia.

“Foram várias tratativas, inclusive com a participação de representantes do Tribunal de Justiça e do Ministério Público. Foram meses de negociações, de alegações e argumentos, tentando mostrar que passar a vida inteira fugindo da justiça não é a medida mais inteligente a ser adotada”, disse André Rabelo.

O delegado-geral destacou também que o trabalho da Delegacia de Homicídios cumpriu o seu rito normal, identificando o suspeito, realizando os exames periciais pertinentes ao caso, pedindo a prisão do investigado, concluindo o Inquérito Policial e o remetendo à justiça.

Direito ao silêncio

O delegado Miroslav Alencar disse que, ao se apresentar à delegacia na manhã de hoje, Ruan Macário preferiu permanecer em silêncio e que só se manifestaria em juízo, que é um direito garantido a qualquer pessoa presa.

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