quarta-feira, 17/08/2022
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SOFRIMENTO: Plano de saúde Cassi se nega a cumprir tratamento e ex-apresentadora da TV Cabo Branco, Eugênia Victal, segue em luta contra doença rara

Cansada, sem forças, com dores. Lutando pela vida a cada dia que passa, a ex-apresentadora da TV Correio e da TV Cabo Branco, jornalista Eugênia Victal, tem denunciado a assistência que vem recebendo do plano de saúde Cassi, da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. Conforme apurou o ClickPB, Eugênia luta contra uma doença neurológica rara e diz estar abandonada pelo plano de saúde que, segundo ela, está “intensificando meu sofrimento ao não cumprir com o que determina o tratamento”.

Em um dos relatos, a jornalista mineira que mora e trabalha na Paraíba desde 2007 diz que precisou de curativo e houve demora de seis dias para que fosse feito, sendo que o prazo por lei seria de 24 horas. Além disso, foram colocados curativos sobrepostos, de forma inadequada: “as lesões tornaram-se doídas como queimaduras”, revela Eugênia.

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Em meio aos tratamentos e internações, a jornalista faz diversos apelos ao plano de saúde de funcionários do Banco do Brasil, o qual estaria dificultando o seu tratamento. “Um verdadeiro descaso que venho enfrentando com esse plano, que, mesmo com a urgência de materiais necessários para meu tratamento, sempre exige um prazo para liberação de utensílios básicos. Isso dificulta ainda mais o meu tratamento e minha cura contra essa doença”, criticou a jornalista.

Eugênia Victal na TV

Eugênia Victal é natural de Belo Horizonte, Minas Gerais. Começou na televisão em 1996, dedicada à publicidade. Na Paraíba desde 2007, ela já trabalhou na TV Correio, onde apresentou um programa de variedades a tarde, além de realizar outros trabalhos. Foi apresentadora do JPB 1ª edição na TV Cabo Branco. Atualmente, é professora do centro universitário Uninassau.

Tem se dedicado às pautas de inclusão e se descreve como a primeira jornalista inclusiva do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.

Doença

Eugênia Victal enfrenta uma doença neurológica rara associada a outra doença reumatológica, segundo relatou nas redes sociais, onde mostra as várias idas e vindas aos hospitais da Paraíba e de outros estados para tratamento. Desde a descoberta, vem passando por intervenções cirúrgicas e outros tratamentos, tendo, inclusive, sido operada na região da coluna, onde, justamente, precisa de curativos nas costas.

O desabafo mais recente foi feito nesta quarta-feira (13). Eugênia relata que “até agora, nada. Sigo SEM curativos para pele, o que, acamada, é uma dor e ardor INimagináveis, sem acompanhamento da comissão de pele da @cassi.saude, abandono e negligência com total ciência do que fazem. Mais amigos da “INprensa” e da Vida se solidarizaram, compartilhando, e agradeço por se INserirem nesta luta que é de TODOS NÓS. Não tenho força para lutar, nem o grito, a não ser palavras…INdissolúveis, quando a saúde deveria ser INdiscutível e a VIDA deveria ser INquestionável. Eu tenho direito a tudo que preciso e está prescrito @cassi.saude. Não me negue mais! Já basta a MINHA luta! Não é só sobre mim, é sobre respeito, tratamento digno, direito à pronto atendimento, proteção, punição pelas omissões e negligências, cumprimento de multas judiciais, defesa da VIDA quando, exatamente, não temos condições de lutar por ela e mais precisamos. É SOBRE TODOS NÓS. INcentive a VIDA. A minha, a sua, de todos. Todos INclusos. Todos IN.”

No dia 1º de julho, Eugênia contou que voltou do hospital “exausta, as reações são fortes.Isso faz parte. Só que os dias INternada não poderiam ter sido mais dificultados pelo plano de saúde @cassi.saude ,  INtensificando o sofrimento: a pele, já  sensibilizada por tanto tempo acamada, lesionou por curativos sobrepostos indicados pela comissão de pele da enfermagem da operadora. As lesões tornaram-se doídas como queimaduras.  No hospital, precisando de curativos ADEQUADOS para não abrirem lesões nas costas e piorar o quadro nas áreas afetadas, o plano, simplesmente, recebeu o pedido dia 23, no dia da Internação,  conforme a equipe do hospital relatou, e autorizou SOMENTE dia 29/06, à tarde, menos de 12 horas de eu vir embora!!! A alegação? Teriam 6 dias para liberar!!!! Comigo internada, em urgência,  lesionada? NÃO! A lei diz até  24h! E, em homecare, teria efeito de Unidade Hospitalar. Mas, eles já  têm  3 multas judiciais sem pagar nenhuma, de quê  adianta? A justiça não está INclusa, porque o errado sempre tem direitos que, quem sofre, não  tem. Fiquei 6 dias ferida, com dor INtensa, e foram pular a fogueira da vaidade no SãoJoão. Que importância tenho, afinal? Agora, em casa, sem curativos ADEQUADOS, QUANTO TEMPO VOU ESPERAR?? Minha INdignação é só uma faísca, por tantos que também passam isso… para a @cassi.saude, que eu apague logo e serei um NÚMERO a menos! TODO DIA uma luta INcessante. Eu só queria poder descansar, sem ter que lutar tantas batalhas INjustas além de ser pela VIDA. INjustiça não é IN!!!”

Cansada, sem forças, com dores, mas com esperança da cura. Eugênia Victal tem enfrentado a doença e o plano de saúde, para ter direito aos tratamentos e conquistar a liberdade e a vida saudável que espera restabelecer.

ClickPB

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